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sábado, 4 de outubro de 2008


Amo mais do que posso e, por medo, sempre menos do que sou capaz.
Busco pelo prazer da paisagem e raramente pela alegre frustração da chegada.
Quando me entrego, me atiro e quando recuo não volto mais.
Mas não me leve a sério, sei que nada é definitivo.
Nem eu sou o que penso que eu sou, nem nós o que a gente pensa que tem.

Falta amor, dedicação, sobra indiferença e solidão. Tudo no mundo dela parece escuro, frio e sombrio, mas o coração dela está quente e iluminado. Ela quer algo que não sabe bem o que é, mas sabe que é mais que atualmente podem lhe oferecer mas menos do que ela pode suportar por medo de se machucar por que quando ela ama, ela ama demais e intensamente.
Ela não sabe de mais nada, não entende as coisas que acontecem ao seu redor.. tudo tão estranho e irreal, mas não quer perder um só momento (sem ele).

2 comentários:

Varda disse...

O poema é seu?
oO

caurosa disse...

Minha cara amiga Sedokao, este turbilhão, chama-se vida, e vida intensa, com amor. Ela deve ser vivida e curtida em seus mínimos momentos e detalhes. Paz e harmonia para você.

Forte abraço

CAUROSA - caurosa.wordpress.com

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